Esportes Online · 02/11/2026 19:22
Santos pode sofrer um novo transfer ban que envolve R$ 1,2 milhão
O Santos voltou a enfrentar problemas nos bastidores por causa de pendências financeiras. Desta vez, o clube foi acionado pelo Coritiba em uma disputa envolvendo a transferência do lateral-direito JP Chermont para o Sharjah FC, dos Emirados Árabes Unidos. O clube paranaense cobra aproximadamente R$ 1,2 milhão referente à chamada taxa de vitrine, prevista no contrato de empréstimo do jogador.
A situação aumenta a preocupação com o cenário financeiro santista, que já enfrenta dificuldades para regularizar compromissos envolvendo outras negociações e antigas dívidas. O caso foi levado à Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), depois que as diretorias não conseguiram chegar a um entendimento sobre o pagamento. A cobrança acontece em um momento delicado para o Peixe, que vem acumulando disputas financeiras e punições relacionadas ao registro de jogadores.
Embora a ação do Coritiba não represente automaticamente um novo transfer ban da Fifa, o episódio acrescenta mais uma pendência à lista de problemas administrativos do clube. Entenda a cobrança do Coritiba ao Santos A divergência envolve os valores que o Coritiba entende ter direito a receber pela negociação de JP Chermont. O lateral atuou pelo clube paranaense durante a temporada de 2026, por empréstimo, e acabou sendo negociado com o Sharjah FC, dos Emirados Árabes Unidos.
A transferência foi fechada por US$ 2,5 milhões, aproximadamente R$ 12,9 milhões na cotação da época. O acordo também prevê mais US$ 1 milhão em bônus, condicionados ao cumprimento de metas estabelecidas. Pelo contrato de empréstimo, o Coritiba teria direito a uma taxa de vitrine estimada em R$ 1,2 milhão.
O clube paranaense entende que o pagamento deveria acontecer após a concretização da transferência e o recebimento dos valores pelo Santos. Como não houve acordo entre as instituições, o Coxa decidiu formalizar a cobrança junto à ANRESF. Antes disso, o clube já havia procurado diretamente a diretoria santista para tentar resolver a situação.
Santos apresenta outra interpretação sobre o acordo O principal ponto de divergência está no momento em que o pagamento deve ser realizado. O Santos entende que existia um acordo para que a taxa de vitrine fosse quitada somente depois que JP Chermont atingisse determinadas metas previstas no contrato com o Sharjah FC. O Coritiba, por outro lado, contesta essa interpretação.
Segundo o clube paranaense, apenas o jogador teria aceitado adiar o recebimento de sua parte na ne
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